sexta-feira, 6 de maio de 2011

Metro quadrado de apartamento no Brasil custa mais de R$ 5 mil

Os imóveis estão caros e os preços não param de subir no Brasil. O preço médio do metro quadrado de um apartamento, em sete capitais brasileiras, aumentou 2,7% em abril, passando a valer R$ 5.332. É o que mostra uma pesquisa feita em parceria pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e pelo site de classificados Zap Imóveis que tem como objetivo calcular o valor da moradia no país.

O índice FipeZap de preços mostrou que, em março, os preços dos apartamentos em São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Distrito Federal, Salvador, Recife e Fortaleza já haviam aumentado 2,4%, em média.

Em uma conta simples, vale dizer que o aumento de preços entre março e abril faria uma moradia que valia R$ 300 mil passar a custar R$ 308,1 mil no mês passado.

O destaque de alta ficou por conta do Recife (3,6%), enquanto Salvador se manteve com a menor variação (0,9%).

Já as cidades de São Paulo e Rio de Janeiro mostraram aumento de 2,4% e 3,3%, respectivamente.

No acumulado em 12 meses, o Rio de Janeiro permanece na liderança, com alta de 44%, seguida por São Paulo e Belo Horizonte (26%) e Fortaleza (13%).

Desde janeiro de 2008, os apartamentos com um e dois dormitórios na capital paulista mais do que dobraram de preço (valorização de 102%), enquanto os de três dormitórios têm alta de 85%. Os de quatro ou mais dormitórios subiram 62%.

No Rio de Janeiro esses números são, respectivamente, 126%, 111%, 108% e 91%.

Em São Paulo, o preço médio do metro quadrado avançou de R$ 5.055 em março, para R$ 5.177 em abril. O Jardim Paulistano é a região com os maiores preços (R$ 8.716), enquanto Paraisópolis (R$ 2.477) aparece na outra ponta.

Na capital fluminense, o preço médio no período foi de R$ 6.193, com o valor mais caro registrado no Leblon (R$ 13.785) e o mais barato em Guadalupe (R$ 802).

No período, a média de preços das sete regiões oscilou entre R$ 7.447 (Distrito Federal) e R$ 3.406 (Salvador).


Da Redação, original Agência Estado.

Nenhum comentário:

Postar um comentário